Como reconhecer ansiedade em si mesmo e em outros

Todos sabem como é sentir o estômago embrulhar antes de uma apresentação ou sentir as palmas das mãos ficarem suadas antes de fazer uma prova importante. Sintomas de ansiedade no dia-a-dia são normais e indicam o funcionamento de um sistema neurológico saudável. No entanto, quando ela começa a impedir o seu cotidiano de seguir normalmente ou o prevem de fazer atividades da forma que gostaria, é hora de prestar um pouco mais atenção no que está sentindo e repensar se você não está sofrendo de algum transtorno de ansiedade.

Reconhecendo Sintomas de Ansiedade

A ansiedade pode se dividir entre sintomas físicos e sintomas emocionais. Sintomas físicos incluem reações que o seu corpo sente que podem estar fora do seu controle, e mais perceptíveis para os outros à sua volta. Sintomas emocionais podem incluir reações ao estresse que são internas, menos perceptíveis para pessoas de fora.

Sintomas físicos

Sintomas físicos podem incluir:

  • Suor excessivo
  • Dores de estômago ou intestino (diarréia ou refluxo ácido)
  • Problemas respiratórios
  • Dores de cabeça
  • Taquicardia
  • Insônia (dificuldade em iniciar o sono, de se manter dormindo, ou sono inquieto e insatisfatório)
  • Tensão muscular
  • Dores pelo corpo
  • Problemas de concentração
  • Problemas de memória
  • Tremores

Sintomas emocionais

  • Pensamento demasiado e persistente sobre um assunto específico
  • Evitar confronto ou até mesmo o reconhecimento de situações
  • Necessidade de validação e reasseguramento de outros
  • Falta de paciência
  • Preocupação incessante
  • Procrastinação

Quando buscar ajuda profissional

Enquanto exercícios regulares e  técnicas de auto ajuda para lidar com a ansiedade podem ser eficazes, se as  suas preocupações, fobias ou crises de ansiedade se tornarem tão fortes que causam estresse extremo, sintomas físicos fortes ou perturbam a sua rotina diária a ponto de impedir que coisas aconteçam, é preciso procurar ajuda profissional.

Transtornos de ansiedade tendem a ter uma resposta muito boa à terapia, e em muitos casos em um período curto de tempo. A abordagem dependerá do tipo de transtorno de ansiedade e da sua severidade. Mas de forma geral, a maioria dos transtornos de ansiedade são tratados com terapia, medicação ou uma combinação de ambos.

A terapia cognitiva-comportamental ajuda a identificar e a interromper os padrões de pensamentos negativos e crenças que alimentam a ansiedade. Além disso, o terapeuta ajudará o paciente a tomar em suas próprias mãos o processo de mudanças e a enfrentar as dificuldades, ajudando-o a manter um estado mental saudável e por si só conseguir manejar os altos e baixos e a superar os contratempos diários.

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Posted by Psicólogo Mauro Cortes Elizeu